sábado, 3 de dezembro de 2011

Nós somos equipa e vocês?


Olá Captianos!

Hoje gostava de vos relembrar da necessidade, mais que benefício, de um bom trabalho em equipa. 

Genericamente todos somos levados a acreditar que “duas cabeças pensam melhor que uma”. E aumentando o número de cabeças, assim cresce exponencialmente a quantidade e qualidade dos pensamentos e das acções que a isso se devem seguir. No entanto, a aplicabilidade prática deste saber de senso comum, já mais que comprovado cientificamente, nem sempre corresponde a essa utópica teoria. Muitas equipas só existem “no papel”, não havendo uma verdadeira partilha e articulação de saberes.
E o que leva a esta ocorrência, quando se trata de um prejuízo, perguntarão vocês. São vários e variados os motivos. Sobretudo quando avaliamos a problemática à luz da natureza humana e das suas nuances. Contudo, não deve ser sobre esse ponto que nos devemos debruçar, mas sim sobre o que há a fazer no sentido de mudar este acontecimento. Porque pelos nossos pacientes, pelas pessoas que põem todas as suas esperanças nas nossas mãos, há que partir em busca de novas respostas e soluções. Passando estas por um trabalho em conjunto que coordene conhecimentos e práticas de várias valências, tanto melhores serão os resultados quanto melhor for o funcionamento desta equipa. E claro que o epicentro desta questão deve sempre ser a pessoa e nunca o seu problema.

Por este motivo, há a necessidade de ter uma equipa de confiança em quem possamos depositar as esperanças de um melhor bem-estar para aquelas pessoas que as depositam em nós. E por isso alerto para a necessidade que há em criar estes círculos no local de trabalho. Eles não são um encosto, mas uma rampa de lançamento mais apetrechada que permitirá lançar as pessoas que nos procuram muito mais além. E para mais vos alerto que no meu e vosso CAPTA, a concepção não poderia ser outra. Somos uma equipa que vive para ensinar a viver quem nos procura e nunca para a simples sobrevivência J

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